8 de jan de 2013

Raízen deve investir R$ 180 milhões de reais em pesquisas de etanol celulósico



"Pretendemos implantar uma planta comercial de 40 milhões litros de etanol celulósico". Essa afirmação é do vice-presidente da Raízen, Pedro Mizutani, em entrevista para a TV UDOP, se referindo aos investimentos voltados para um projeto de etanol celulósico. Segundo Mizutani, a companhia deve investir R$180 milhões na implantação de plantas industriais para fabricação do etanol de segunda geração no Brasil. A empresa já iniciou os testes a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar. "Estamos estudando e avaliando. Em janeiro deveremos decidir pela implantação do projeto de etanol de segunda geração. Temos uma planta demonstração no Canadá, onde efetuamos testes, que até agora se mostraram positivos. Isso deve levar a implementação de uma planta no Brasil", explica o vice-presidente da Raízen. Os testes que Mizutani se refere acontecem em uma planta de demonstração da Iogen, no Canadá, com capacidade para produzir 2 milhões de litros de etanol celulósico por ano. Há cerca de três meses, a Raízen começou a enviar bagaço e palha para testes. Até agora foram enviadas mais de 500 toneladas da matéria-prima. "Essa planta existe há mais de 20 anos e foi testada com trigo e sabugo de milho, agora estamos testando com o bagaço da cana e com as pontas da cana e utilizando processos de enzimas para ver qual processo vai se adaptar melhor à nossa matéria-prima", ressalta o executivo.Os detalhes do projeto do etanol celulósico ainda estão em fase de definição, mas as decisões devem ser tomadas ainda no inicio do ano. "Estamos investindo em novas tecnologias para dar uma rentabilidade maior ao nosso setor. Vai ser bom para a Raízen e para o Brasil", finaliza o vice-presidente da Raízen, Pedro Mizutani. Clique aqui e assista a entrevista com o vice-presidente da Raízen, Pedro Mizutani na TV UDOP. Se preferir, acesse nosso canal no Youtube no endereço www.youtube.com/tvudop. Fonte: UDOP

Iogen - Canadá







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