1 de fev de 2012

Inmetro revisa eficiência energética de eletrodomésticos

O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), do Inmetro, está revisando os níveis de eficiência energética de geladeiras, fogões, fornos e ar-condicionado. Com a atualização, a estimativa é de que aproximadamente 40% dos aparelhos domésticos, apenas, permaneçam como ‘A’. E quem sai lucrando é o consumidor. Ao trocar aparelhos de baixa eficiência, aqueles classificados como ‘E’, pelos de menor consumo, os que têm classe ‘A’, pode economizar mais de R$ 600 por ano na conta de luz. “Por ano, o consumidor pode economizar cerca de R$ 120 ao optar pelo condicionador de ar mais eficiente. Ou seja, considerando o tempo de vida útil do produto, em uma década ele estará comprando outro produto novo com o que se economiza com a sua utilização diária”, destaca Marcos Borges, coordenador do PBE. O valor foi calculado levando em conta a economia que pode ser feita com a troca de diferentes aparelhos, dentro da nova classificação de eficiência. “Na prática, essa revisão significa que os eletrodomésticos terão que consumir entre 3% e 5% menos energia para receber a nota máxima de avaliação. Os produtos da atual classe ‘E’ não poderão mais ser comercializados a partir de 2013. Quem comprar um aparelho mais eficiente (‘A’) poderá ter economia acima de 10%”, calcula Marcos. O PBE foi iniciado em 1984 para promover a fabricação de produtos mais econômicos e de menor impacto ambiental, dando aos consumidores informações que permitam selecionar produtos de maior eficiência em relação ao consumo, e melhor utilizar eletrodomésticos, possibilitando economia de energia. Somente os programas de refrigeradores e condicionadores de ar são responsáveis por uma economia de energia de pelo menos R$ 2,4 bilhões que, desde 1984, deixaram de impactar nas contas de energia da população. Comparativamente, estamos falando de aproximadamente 3,2 milhões de toneladas de CO2 ou quase 20,5 milhões de árvores salvas com a economia gerada nesses 28 anos. Os refrigeradores, por exemplo, são hoje 60% mais eficientes do que há 10 anos. Mais informações: INMETRO

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