8 de mai de 2012

IFSC estuda o uso de enzimas na criação de combustíveis mais sustentáveis


A produção de combustíveis a partir da biomassa, ou seja, das sobras do material utilizado para a obtenção de etanol, faz com que estes resíduos, que têm valor comercial mínimo, sejam aproveitados para geração de energia menos poluente e mais barata.  Hoje, a combustão do bagaço de cana já é utilizada por muitas usinas para geração de sua própria energia. Mas se em vez de diretamente queimado, este bagaço for utilizado para produzir um biocombustível – o etanol celulósico -, é possível obter maior produtividade e oferecer maior liberdade de escolha para as usinas. É neste contexto que um grupo de pesquisa do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP trabalha, desenvolvendo aplicações práticas em biotecnologia e originando novas fontes de biocombustível. Coordenado pelos professores Igor Polikarpov e Leandro Martínez, do IFSC,  o Grupo de Biotecnologia Molecular conta com cerca de 30 pesquisadores, entre docentes, alunos de iniciação científica, doutorado e pós-doutorado. No Brasil, recebe a colaboração de diversas unidades da USP, como a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), o Instituto de Química (IQ) e a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq); de outras universidades, como a Unicamp e a Unesp; e de órgãos federais, como a Embrapa. As colaborações estrangeiras incluem centros de pesquisa europeus; as universidades de York, Sheffield e Cambridge, da Inglaterra; e o Instituto Nacional de Pesquisa em Agronomia (INRA), da França. Mais informações/fonte: USP-São Carlos

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